Mostrando postagens com marcador Guardanapo de papel. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Guardanapo de papel. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Guardanapo de papel XXXII


A Presença deve se fazer presente.

Muito mais do que presentes...

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Guardanapo de papel XXXI

Pecado é a minha prece, e a minha pressa, não serem atendidas.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Guardanapo de papel XXX

Flashes de memória
rápidos, feito relâmpagos.
Trovões que parecem 
verdadeiros urros de prazer.
Permaneço em silêncio,
são apenas lembranças.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Guardanapo de papel XXIX

Meu Eu lírico se (con)fundindo com o seu Eu lírico
já leio Nós em cada estrofe, cada verso
já ouço a lira ritmando nossos beijos

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Guardanapo de papel XXVIII

Eu deveria ter bebido
mais, criar coragem, dançar
sobre a mesa, chamar sua atenção
e me deixar cair, no chão, na realidade...

Ter bebido mais e me deixar cair
no meu próprio esquecimento...

domingo, 30 de dezembro de 2012

Guardanapo de papel XXVII

Sussurro qualquer coisa ininteligível
só pra te trazer pra perto.
- curioso -
Quem sabe perto sinta as vibrações
do que todo o meu corpo grita.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Guardanapo de papel XXVI

Sobe, beijando-me os ombros, e quando me morde o pescoço sinto como se junto com o meu sangue sugasse-me as palavras, direto da garganta, fico muda, entregue...
vítima e cúmplice dos teus desejos.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Guardanapo de papel XXV


Tristeza é quando o sorriso falta nos lábios teus.

domingo, 13 de novembro de 2011

Guardanapo de papel XXIV

Nós talvez pudéssemos ser o resultado dos carinhos teus nos meus cabelos.

sábado, 12 de novembro de 2011

Guardanapo de papel XXIII

Foi quando a excitação se confundiu com hesitação, e eu já não sabia mais o que queria e se queria... 

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Guardanapo de papel XXII

Que as minhas mãos sejam para os seus cabelos, o que o vento é para o trigal.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Guardanapo de papel XXI

Se eu estivesse aí, te arrancaria da pele o que a boca não me diz.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Guardanapo de papel XX

Aquela algema na mão direita dele faz de mim a criminosa.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Guardanapo de papel XIX

Inspira o perfume do meu pescoço que... quem sabe, eu te inspiro uma canção.

sábado, 13 de agosto de 2011

Guardanapo de papel XVIII

Qualquer coisa involuntária que dói, como uma cãimbra... Mas, não há o que possa prevenir, não tem controle, nem cura. É meu coração, espasmado

domingo, 17 de abril de 2011

Guardanapo de papel XVII

Não pense que o amor que escrevo em guardanapo é como o guardanapo de papel, descartável.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Guardanapo de papel XVI

Gostava de ver os lençóis amarrotados, travesseiros fora do lugar... Não por desleixo, mas que isso tudo a lembrava que tinha sido feliz ali na noite anterior.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Guardanapo de papel XV

Talvez eu não queira presente, ou um presente.
Talvez eu precise é de futuro, uma promessa de futuro.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Guardanapo de papel XIV

Quisera ser o seu café da manhã... e na sua boca me fazer doce como mel.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Guardanapo de papel XIII

Me aperta nos seus braços, molda a minha cintura no teu abraço...